(11) 3571.0757
(11) 2359.0300
(11) 98257.7752



Estratégia sem execução é como palavra sem ação

8-SPPT-Production_Color_CurrencyBGTransCropHá muito se fala da importância de uma boa estratégia para o sucesso dos negócios e do valor de um bom estrategista na liderança de uma organização.

Todavia, cada vez mais, uma nova abordagem vem ganhando espaço: o valor da execução!

Quando levamos em conta que de cada dez empresas, nove falham na implementação da estratégia e, mais precisamente, falham pela incapacidade de dimensionar o valor humano e o papel das pessoas nessa implementação, precisamos reconhecer que uma execução é a mola mestra de uma estratégia vencedora.

Uma boa execução é a plena integração de pessoas, processos e estratégia na busca de um objetivo comum e é uma disciplina que, não apenas pode ser aprendida, como também é um valor que deve ser disseminado e incorporado na cultura da organização.

Muitos líderes acabam se distanciando da realidade dos negócios por se afastarem do dia a dia das operações. Por acharem que a execução é algo secundário, delegam e abrem mão do controle tático, olhando o negócio apenas de maneira periférica.

O resultado disso é que ficam tão imersos nos jogos políticos e organizacionais que perdem de vista as realidades operacionais ocultas que as empresas enfrentam e que trazem os maiores impactos para a lucratividade.

E, ao perder o contato com essa realidade operacional, esses líderes, apesar de seus esforços, estão conduzindo suas empresas, mas não estando as levando a lugar nenhum.

É importante considerar que um dos erros capitais na execução é a falha na alocação de pessoas.

Colocar a pessoa errada para a execução de uma determinada função, seja operativa ou tática, é um erro que custa muito para a empresa. Insistir em manter alguém inadequado nessa tarefa pode ser um erro mortal para o negócio.

Apesar da importância de se colocar a pessoa certa no lugar certo ser algo cada vez mais conhecido por qualquer executivo, na prática é um erro cometido por grande parte dos líderes.

Por isso, é essencial que o RH das empresas seja desafiado a mostrar como pode contribuir efetivamente com a implantação da estratégia.

Nessa perspectiva, a área de Recursos Humanos precisa ser não apenas uma parceira dos executivos, mas é importante que assuma um papel na criação de uma cultura de execução que suporta a estratégia.

Os líderes organizacionais precisam atribuir ao RH o seu verdadeiro papel: considerar a dimensão do valor humano no modelo de negócios.

Na prática, isso envolve recrutar e selecionar as pessoas certas para cada desafio, promover a capacitação e o desenvolvimento, fornecer mecanismos de avaliação capazes de mensurar a real adequação do profissional ao trabalho e, por fim, mas não menos importante, criar uma política de remuneração que recompense a execução e o desempenho.

Apenas quando contam com uma área de pessoas bem estruturada, os executivos têm a base, o substrato, para a excelência na execução e, consequentemente, para o sucesso da estratégia.

A partir daí entra em ação a dimensão capaz de transformar o esforço em resultado: A Liderança!

Metas claras, objetivos bem definidos, comunicação assertiva, senso de realidade e a capacidade de inspirar as pessoas para caminharem na busca da excelência são as chaves para essa virada.

Um carinhoso abraço!

Clique aqui e deixe o seu comentário.

Flávio Lettieri é consultor empresarial e Sócio Diretor da Somma Consultoria. É especialista em coaching, empreendedorismo e desenvolvimento de atividades vivenciais. Visite nosso site www.sommaonline.com.br